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28/06/2013
Atualizada: 28/06/2013 00:00:00



27/06/2013 - 19h51 |
 Redação | São Paulo

Senado dos EUA aprova reforma migratória histórica

Projeto abre caminho para a cidadania de milhões de pessoas sem documentos
 
 
 
 

 

O Senado dos Estados Unidos aprovou nesta quinta-feira (27/06), por 68 votos contra 32, a maior reforma migratória desde 1986, que abre caminho para a legalização das pessoas que vivem sem documentos no país, depois de um debate de quase um mês de duração.


Para entrar em vigor, a reforma ainda necessita da aprovação da Câmara dos Deputados, na qual a oposição republicana é maioria. Entretanto, o voto favorável do Senado aumenta bastante a pressão por um acordo.
Quatorze republicanos votaram a favor, incluindo o senador pela Flórida, Marco Rubio, figura ascendente do partido e um dos possíveis candidatos à Presidência dos EUA em 2016. Todos os democratas, majoritários no Senado, apoiaram a proposta legislativa.
Agência Efe O senador democrata Robert Menedez fala no Capitólio depois da aprovação da reforma migratória pelo Senado
O projeto de lei, produto de intensas negociações que vêm sendo feitas desde janeiro pelo chamado "Grupo dos oito" do Senado, além de ser uma via para a legalização de milhões de pessoas, propõe o reforço da segurança nas fronteiras e estabelece sanções para empresas que contratem imigrantes sem documentos.

 

 

 

O presidente Barack Obama liberou uma declaração oficial dizendo que o Senado dos Estados Unidos tinha deixado o povo norte-americano “um passo mais perto de corrigir, de uma vez por todas, o nosso sistema migratório quebrado” e ressaltou que a reforma havia sido aprovada por um “forte voto bipartidário”.
“O projeto de lei bipartidário que passou hoje é um compromisso. Por definição, ninguém conseguiu tudo que queria. Nem os republicanos. Nem os democratas. Nem eu”, disse Obama. Mas destacou que o projeto do Senado é “coerente” com os princípios fundamentais da reforma que ele e outros propuseram. Ele também reiterou seu apoio à reforma dizendo que “hoje, o Senado fez seu trabalho. Cabe agora à Câmara fazer o mesmo”. 

 

 

 
Fonte: Opera Mundi

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