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11/07/2013
Atualizada: 11/07/2013 00:00:00


Data: 11/07/2013

Diversas entidades intern acionais de trabalhadores têm enviado para a CSP-Conlutas sua solidariedade às manifestações de ruas e à entrada dos trabalhadores na luta em todo o país. São entidades que participaram do Encontro Internacional do Sindicalismo Alternativo que aconteceu em março último em Paris, França. Umas das resoluções dessa iniciativa foi incentivar a solidariedade ativa desses trabalhadores em busca do internacionalismo de classe, assim como as próprias lutas protagonizadas nos respectivos países participantes do encontro.
 
Leia fragmentos das mensagens:
 
Saudação do Union Syndicale Solidaires (França)
“A União Sindical Solidaires apoia a mobilização do povo brasileiro. (…) A União Sindical Solidaires considera que esta luta é parte integrante da luta global assumida pela classe operária no mundo inteiro. Nosso apoio não é apenas de solidariedade, nós estamos todos engajados”.

Christian Mahieux, secretário nacional, pela Union Syndicale Solidaires
 
Saudação MP Itália/Suiça – (esquerda sindical italiana)
"Caros camaradas da CSP-Conlutas,
“Os companheiros da esquerda sindical italiana – a Rete 28 de abril – que se reuniu no sábado, dia 29 de junho, em Roma, manifestaram imenso interesse pela luta popular no Brasil contra a política de Dilma Rousseff. O abismo vertiginoso entre os gastos com educação e saúde, e aquelas voltadas à construção de infraestruturas faraônicas para a Copa do Mundo, verbas estas advindas de subvenções concedidas diretamente à casta da construção civil no Brasil, suscitou  uma identificação imediata entre os delegados sindicalistas, sobretudo devido às numerosas analogias com a política levada a cabo pelo governo Letta na Itália”.

Com nossas saudações solidárias, UDRY Charles-André, pelo MP
 
Saudação Communiqué Emancipacion (França)
"Comunicação Emancipação
Solidariedade com os protestos no Brasil! Desde o primeiro evento no dia 6 de junho, contra o aumento do preço dos transportes, uma mobilização verdadeiramente histórica, cresceu rapidamente em São Paulo e tomou conta de todas as cidades do Brasil: mobilização espontânea, a mobilização em que os jovens desempenham um papel mobilização determinante que expressa a magnitude muito maior do que a simples recusa do aumento do custo da procura de transporte. (…) Nesta luta, que continua, o papel dos sindicatos é, obviamente, crucial. E o fato de CSP-Conlutas ter chamado uma primeira mobilização 27 de junho é, obviamente, um ponto de apoio substancial. Agora é a unidade dos sindicatos se preparam para o dia 11 de julho. Mas sabemos que esse dia vai ser um problema político entre aqueles que querem dar apoio ao governo de Dilma Rousseff e aqueles que defendem tais afirmações intransigentes que cada vez mais se expressar. Mas, novamente, a classe trabalhadora e a juventude do Brasil todos têm a capacidade e energia para ser capaz de ignorar.

(…) Nesta luta, a Emancipacion congratula-se especialmente com a luta dos CSP-Conlutas. A união é um dos indicadores da Rede de Solidariedade Internacional e de Luta, da qual faz parte o Emancipação."
 
Saudação Batay Ouvriye (Haiti)
"Em vigília, a luta continua no Brasil! Desta vez, foram os próprios trabalhadores que tomaram a iniciativa. As manifestações habituais serão, portanto, acompanhadas de um bloqueio geral da economia, particularmente a capitalista. De fato todas as centrais sindicais pronunciam a palavra de ordem pela greve em 11 de julho de 2013. A CSP-Conlutas está entre os pioneiros desta nova fase.

As reivindicações ainda são as mesmas (ver nossa mensagem de 25 de junho passado): o governo Rousseff, não tendo prestado atenção ao problema do aumento da tarifa dos transportes, não fez mais do que propor um referendo como saída para a crise, referendo este que não toca mais do que em um dos aspectos, ou seja, a lógica do funcionamento dos partidos políticos, sem sequer atacar verdadeiramente a corrupção que gangrena o sistema, precisamente uma das principais práticas contra a qual a rua já se pronunciou claramente. Uma mistificação política que, na realidade, é apresentada para melhor servir o Partido dos Trabalhadores (PT) nas próximas eleições presidenciais. (…) A presença, hoje, da classe trabalhadora no seio das mobilizações populares trará a esta mobilização profunda a clareza suficiente para que se proponha então não apenas criticar a política reacionária deste governo, mas que se enfrente abertamente a sua essência, a fim de avançar rumo à erradicação desta macabra faceta que os governos nacionalistas-populistas têm como tarefa esconder”.
 
CGT (Estado Espanhol)
"Saudações companheiros e companheiras da CSP-Conlutas,
Desde a Confederação Geral do Trabalho, enviamos um forte abraço libertário e revolucionário, a vossa reunião de Coordenação Nacional, um abraço fraternal a toda a classe trabalhadora brasileira, esse povo que está ditando lições de coerência ao resto do mundo, um povo que defende nas ruas seus direitos, as liberdades, um povo que está protagonizando uma luta social por transformar o sistema capitalista e neoliberal que o oprime, explora e escraviza. (…) Viva a luta da classe trabalhadora. Ânimo e em frente!"

Jacinto Ceacero, secretario general da CGT
 
Saudação União Sindical Italiana
"Companheiros,  nós enviamos nossas saudações e para a frente com as lutas em relação à revolução social USI."
 
Saudação Gida-Is (Disk – Turquia)
União dos Trabalhadores da Indústria de Alimentação
“Caros camaradas,     
Assim como em nosso país, os problemas provocados pela aplicação das políticas neoliberais pelos governos e pelo Capital no Brasil tornaram-se insuportáveis para os povos. Nós desejamos afirmar que somos solidários à resistência e ao combate dos trabalhadores e assalariados brasileiros que lutam contra a pauperização, contra a destruição dos recursos públicos pelo Capital provocados pela aplicação das políticas neoliberais. Os operários e assalariados da Turquia saúdam as lutas dos trabalhadores brasileiros e nós afirmamos nossa total solidariedade com todos os que estão lutando”.
Saudações fraternais e sindicais,

Seyit Aslan, secretário geral de Gida-Is (Disk)
 
Intersindical Valenciana (Estado Espanhol)
"Companheiros,
Os trabalhadores e as classes populares vivemos tempos difíceis pela aplicação das políticas neoliberais. Essas políticas são ditadas por organismos internacionais e executadas por governos mundiais. Diante disso, é necessário fortalecer a unidade do movimento sindical e dos movimentos sociais para a construção de uma alternativa política e social, que é o motor da transformação social. Camaradas, recebam nossas saudações e apoio para a sua luta que é todos."

Vicent Maurí – Portavoz Intersindical Valenciana
 
Intersindical (Estado Espanhol)
"Da Confederação Inter-Estado Espanhol, que simpatiza com os movimentos sociais brasileiros, que lutam pela extensão dos direitos de cidadania, que reivindicam melhores serviços públicos em educação, saúde, transporte e habitação … Reivindicando políticas sociais e redistributivas e não o “crescimento” das desigualdades e do desperdício de recursos públicos que privilegiam a elite social e a população.
No Estado Espanhol sofre-se as políticas de ajuste neoliberais que estão empobrecendo a maioria da sociedade, que tentamos combater desde as nossas organizações confluindo com os movimentos sociais. Uma saudação internacionalista de camaradas da Confederação Inter."

Biel Caldentey-responsable de Internacional y Vicent Mauri – del secretariado confederal



Fonte: Andes SN por CSP-Conlutas

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