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05/09/2013
Atualizada: 05/09/2013 00:00:00


Data: 05/09/2013


Neste domingo (1º), os professores das Instituições Federais de Ensino (IFE) reunidos na sede do Andes-SN para a reunião do setor, em Brasília, e o Sindicato Nacional manifestaram apoio ao professor da UFMA Bartolomeu Mendonça, diretor da Apruma, Seção Sindical do Andes-SN, em razão da perseguição política sofrida pelo docente, que responde a processo por danos morais “baseado em acusações infundadas e intimidatórias” (confira a moção)

O 1º vice-presidente da Regional Nordeste I do Andes-SN, Antônio Gonçalves Filho, conta que Mendonça, além do processo por danos morais, tem sofrido retaliações pela UFMA. “A disciplina de Sociologia ministrada pelo professor foi retirada do terceiro ano, sem motivo algum, e ele ficou sem disciplina para dar aula”, exemplifica. O diretor do Andes-SN ainda ressalta: “repudiamos a atitude de intimidação ao professor e reforçamos a luta contra a intervenção do Colun, na qual a chapa apoiada pela Seção Sindical, que se contrapunha à intervenção, foi vitoriosa”, destacando a luta dos professores contra o autoritarismo na universidade. 

Gonçalves Filho conta que, ano passado, o Colégio de Aplicação da UFMA (Colun) sofreu intervenção pelo reitor, e que Mendonça foi um os docentes que se contrapôs a esta medida, exigindo eleições. “Conseguimos fazer as eleições, o grupo do reitor perdeu e esta é uma forma de retaliar o professor, fazendo-o passar pelo constrangimento de enfrentar este processo”, comentou sobre a ação impetrada pelo ex-coordenador de Ensino Médio da Gestão Interventora do Colun, Telésforo Reis de Assunção Filho.

“Eu previa que a perseguição do grupo da intervenção do Colun continuaria pós-período de intervenção. Esta semana surpreendi-me ao receber uma intimação do IV Juizado Especial Cível de São Luís, que consta o processo nº 0016984-52.2013.810.0001, onde o Sr. Telésforo Reis de Assunção Filho, ex-coordenador do Ensino Médio da Gestão Interventora do Colun, acusa-me de danos morais, afirmando que em reunião eu o teria agredido ‘com expressões que lhe feriu a honra subjetiva’, fazendo total inversão dos fatos, uma vez que fui eu quem passou por perseguições em diversas ocasiões quando da intervenção no Colun”, afirmou Mendonça por meio de comunicado divulgado pela Apruma. 

 

Fonte: Andes SN

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