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14/10/2013
Atualizada: 14/10/2013 00:00:00


 

A Associação dos Docentes da Universidade Federal de Alagoas (Adufal)  votou, com ponderações,  pela criação de sete novos cursos de graduação  para a Ufal, em sessão ordinária mensal do Conselho Universitário (Consuni) realizada na segunda-feira (7). O presidente da entidade, professor Marcio Barboza, disse reconhecer a importância da interiorização e expansão da universidade, mas fez algumas considerações, em especial, a respeito da aprovação de cursos sem a devida garantia de infraestrutura.

“Nas instituições privadas um novo curso só é autorizado a funcionar depois de suas instalações concluídas e avaliadas. Por que nas instituições públicas é diferente?”, disse Marcio Barboza, que é professor do Centro de Tecnologia (CTEC) e tem atuação na equipe de avaliadores do Ministério da Educação (MEC).

Segundo ele, a avaliação abrange as dimensões de organização didático-pedagógica, corpo docente e de infraestrutura, envolvendo itens como a acessibilidade do prédio; relação entre o número de docentes e o número de estudantes; quantidade, qualidade e serviços de laboratórios especializados e acesso de alunos a equipamentos de informática, dentre outros constantes numa tabela de critérios do MEC. “Observa-se até se determinado software está instalado nos computadores”, expôs.

Novos cursos aprovados – Foram criados os cursos de Engenharia Florestal, Engenharia de Energias Renováveis e Agroecologia no grau acadêmico de bacharelado para o Centro de Ciências Agrárias (Ceca); de Engenharia de Produção e Sistema de Informação, no grau de bacharelado e de licenciatura em Ciência Biológicas para a Unidade de Ensino de Penedo ligada ao Campus Arapiraca e o curso de Licenciatua em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para a Faculdade de Letras (Fale) no Campus A. C. Simões, em Maceió. Exceto os cursos de Sistema de Informação e Engenharia de Produção, que têm início previsto para 2015, todos os outros estão previstos para 2014.

Sem titulação - Marcio Barboza também atentou para o fato de o curso de Energias Renováveis ainda não ser incluído no Sistema do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea-Crea), órgão responsável em regulamentar e fiscalizar as profissões de geólogo, meteorologista, agrônomo, geógrafo, arquiteto, engenheiro e tecnólogo. “O egresso do curso de Energias Renováveis pode receber o diploma, mas pode não ter direito ao registro necessário para o exercício da profissão”, observou.

O professor sugeriu que a instituição articule a proposição do título profissional do egresso desse curso junto à Associação Brasileira de Educação de Engenharia (Abenge), entidade que tem entre seus objetivos promover trocas de informações sobre as atividades e problemas de interesse comum na administração do ensino, da pesquisa e da extensão em engenharia. Marcio Barboza informou, inclusive, que este assunto será discutido em reunião nacional da Abenge, a ser realizada no dia 22, em Brasília, com a seguinte pauta: a importância do engenheiro de energia para o Brasil, os desafios para consolidação do curso de engenharia de energia, a nova engenharia e o sistema Confea-Crea, a situação dos cursos frente ao Crea.

 

Assessoria de Comunicação da Adufal

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Fonte: Ascom da Adufal

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