28/07/2011
Atualizada: 28/07/2011 00:00:00
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A Adufal reuniu seus associados para tratar dos processos de progressão funcional com parecer indeferido. A reunião aconteceu na última terça-feira, no auditório da associação, e contou com um número significativo de docentes. Juntos, eles decidiram tomar providências político-administrativas, começando pela participação dos prejudicados na próxima reunião do Conselho Universitário (Consuni). Essa atitude se deve ao entendimento de que os pareceres da Ufal, negando o direito do professor a progredir na carreira, tem ferido o Art. 16 do Decreto 94.664, de 23 de julho de 1987, e a resolução 61/2010, do Consuni Ufal. Durante a reunião vários professores relataram seus casos de pedido de progressão. Entre eles: processos com parecer indeferido sem justificativa, pedidos que não obtiveram resposta e requerimento que sequer foram recebidos. Em muitas universidades, como foi relatado durante a reunião, tem sido diferente. “No caso da progressão vertical, por exemplo, a promoção é dada administrativamente, enquanto aqui é negado”, disse um professor presente. Os docentes reunidos entenderam que há na Ufal um problema de ingerência administrativa que tem prejudicado a classe e precisa ser resolvido. Com base nisso, a Adufal está convocando todos os docentes prejudicados a comparecer na próxima reunião do Consuni para exigir que o conselho tome as providências necessárias sobre o fato de sua resolução não estar sendo cumprida. |