23/08/2011
Atualizada: 23/08/2011 00:00:00
A Universidade Federal de Alagoas (Ufal) vai parar. Amanhã, os docentes da universidade fazem ato público, com fechamento dos portões, na entrada principal do Campus A. Simões. A paralisação, que deve começar às 7h e se estender até à noite, faz parte de um conjunto de manifestações nacionais programadas para acontecerem no mesmo dia.
A manifestação nacional faz parte da Jornada Nacional de Lutas organizada por centrais sindicais, entre elas a CSP-Conlutas, sindicatos de trabalhadores do serviço público e privado, movimentos sociais e populares. Amanhã haverá uma Marcha Unificada em Brasília.
Em Alagoas, a manifestação foi definida em assembleias da Associação dos Docentes da Ufal (Adufal), ocorridas na manhã de hoje e da última quinta-feira, dia 18, atendendo a uma convocação do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN), ao qual a associação é filiada.
O ato público de amanhã estava programado para acontecer no Espaço Cultural da Ufal, uma decisão definida na assembleia do último dia 18. Mas, na manhã de hoje, os professores, reunidos no auditório da reitoria, resolveram realizar a paralisação em frente à universidade. Acreditando, assim, engrossar o movimento.
O movimento é unificado com o Sindicato dos Trabalhadores da Ufal (Sintufal) e com o Diretório Central dos Estudantes (DCE/Ufal). O ato será em conjunto com outras entidades de servidores públicos.
Além de modificar o local programado para realização do ato público, a assembleia da Adufal de hoje serviu para que os professores da Ufal dessem outros encaminhamentos ao movimento da categoria. O indicativo de greve, aprovado na assembleia anterior, foi mantido. No próximo dia 31 deste mês, a Adufal realiza uma nova assembleia da categoria com o objetivo de deflagrar a greve.
No próximo dia