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24/08/2011
Atualizada: 24/08/2011 00:00:00


A Associação dos Docentes da Ufal (Adufal) participou ontem, dia 23, da reunião do Consenho Universitário (Consuni/Ufal) para exigir que a resolução 61/2010, do próprio conselho, seja respeitada. Junto com a Adufal, também, vários professores interessados no assunto.

 

A cobrança da Adufal se faz devido ao fato de vários processos de progressão funcional apresentados por seus associados terem sido indeferidos pelo Departamento de Administração de Pessoal (DAP/Ufal). “Isso tem ferido não só a resolução estabelecida pelo Consuni, mas também o Art. 16 do Decreto 94.664, de 23 de julho de 1987”, disse o vice-presidente da Adufal, professor Márcio Gomes Barbosa.

 

Na reunião o tema progressão foi o primeiro a ser discutido, uma vez que houve a inversão da pauta. Alguns professores se posicionaram. Entre eles, o presidente da Adufal, Antonio Passos, o conselheiro Walter Matias, Jenner Barreto, Maria Aparecida Batista. O professor Walter Matias pediu que a resolução do conselho fosse respeitada, uma vez que o Consuni é o órgão máximo da universidade.

 

A reitora Ana Dayse Dores já havia solicitado um parecer jurídico do caso. O jurista Fábio Marroquim, professor aposentado pela Ufal, responsável pelo parecer, estava presente e falou sobre o andamento do trabalho, que deve ser concluído até o final da semana que vem.

 

Diante desse fato, a reitora pediu um prazo para que a questão seja resolvida internamente sem a intervenção judicial. E garantiu, até o final do mês, quando da conclusão do parecer jurídico, agendar uma reunião do Consuni exclusiva para deliberar sobre assunto.
Fonte: Adufal

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