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25/02/2013
Atualizada: 25/02/2013 00:00:00


 

 Reunidos em assembleia na última quinta-feira (21), os docentes da PUC-SP decidiram realizar um grande ato pela liberdade de manifestação e expressão, conjuntamente com alunos e funcionários, denunciando e repudiando o ato 13/2013, chamado de AI-Cintra pela comunidade puquiana, com a participação de diversos setores da sociedade. A preparação para este ato deverá acontecer na próxima assembleia da categoria, que será realizada na terça-feira, dia 26, das 17h às 19h30, em local a ser definido.

 Os presentes avaliaram a situação da universidade e concluíram que não há razões para qualquer reunião entre a Apropuc e o cardeal arcebispo de São Paulo para ouvir explicações de Dom Odilo para o fato da nomeação da professora Anna Cintra. Durante todo o período de mobilização e greve, no final do ano passado, Dom Odilo teve inúmeras oportunidades de abrir diálogo com a comunidade e não o fez. Ao contrário, por intermédio da imprensa, apenas preferiu apontar as razões legais de sua escolha.

Foram relatadas situações específicas de cada unidade como a do departamento de Jornalismo que, diante da gravidade da situação, optou pelo estado de greve, no qual os professores continuam suas atividades, mas direcionam as suas aulas para a discussão da situação da universidade. Nesse sentido também se decidiu pela realização de reuniões por Faculdades para discutir a situação da universidade e sensibilizar o restante da categoria para a necessidade de mobilização.

Acordo Interno
Quanto à renovação do Acordo Interno de Trabalho, a assembleia aprovou a proposta de renovar o acordo tal como está, com atualização de valores, porém decidiu-se não participar de reunião com a reitora Professora Anna Cintra para efeito da assinatura do documento sendo que a assinatura desse documento poderá ser encaminhada em separado pelas partes que o compõe.

A professora Bia Abramides também relatou a reunião com a Fundação São Paulo, mostrando a sua preocupação com o fato de o secretário-executivo padre Rodolpho Perazzolo questionar o desconto em folha da contribuição dos associados da Apropuc. A diretoria da entidade afirmou que tal  procedimento vem sendo realizado há 37 anos e é previsto inclusive pelo próprio texto da Convenção de Trabalho do Sinpro-SP. 

O secretário-executivo também adiantou que a Fundasp pretende fazer nova proposta para pagamento da dívida de 2005, referente aos 7,66% não incorporados ao salário e que hoje está em discussão judicial.

* Com edição do ANDES-SN

 

 
Fonte: Andes SN por Apropuc

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