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08/03/2013
Atualizada: 08/03/2013 00:00:00


 

Repudiar formas de discriminação como a homofobia, racismo, xenofobia, machismo, lesbofobia e transfobia, integra parte da luta de enfrentamento ao capital por parte de um sindicato classista como o Andes-SN. Esse foi o entendimento majoritário dos delegados que participam do 32º Congresso do Andes-SN, durante a plenária de Políticas Sociais, que teve início na quinta-feira (7) e continua na tarde desta sexta (8).  O primeiro texto de resolução aprovado pelos congressistas na quinta tratava da luta contra essas formas de discriminação.

A plenária trata de diversas resoluções nos temas de política educacional, gerais, direitos e organização dos trabalhadores. Durante os debates, os delegados do congresso texto que rejeita a criação, pelo governo, do Instituto Nacional de Supervisão e Avaliação da Educação Superior (Insaes).

Os congressistas também aprovaram que o tema deve ser discutido nas bases, especialmente em relação às consequências dessa agência reguladora. Também foi encaminhado como deliberação a realização de uma mobilização nacional contra a criação do Instituto, dentro das universidades, promovendo atos, seminários, distribuição de panfletos, entre outras atividades.

Questões de ciência e tecnologia, questões agrárias, ambientais e urbanas também foram tratadas nesta Plenária.  Os delegados aprovam lutar contra o Projeto de Lei do Código Nacional de Ciência e Tecnologia e Inovação (PL 2.177/2012), ampliar a luta junto às comunidades tradicionais pela preservação e reconstrução de seu conhecimento tradicional e seu território, entre outros itens relacionados à temática. 

Diversos textos de resoluções foram remetidos para apreciação na plenária da tarde desta sexta-feira (8).

 

*Com colaboração de Fritz Nunes (Sedufsm)

Fonte: Andes SN

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