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13/04/2013
Atualizada: 13/04/2013 00:00:00


12/04/2013 - 14h15

 

O colegiado também tem estudos sobre terras-raras e recursos hídricos em andamento.

Rodolfo Stukert
Presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves na posse de Inocêncio de Oliveira no Conselho de altos Estudos
Posse de Inocêncio na presidência do Centro de Esudos, na quarta.

O primeiro trabalho a ser divulgado pelo novo Centro de Estudos e Debates Estratégicos da Câmara vai tratar de propriedade intelectual, inovação tecnológica e lei de patentes. A publicação está prevista para sair em maio.

A propriedade intelectual protege um determinado conhecimento, uma invenção, e também os investimentos que são feitos para levar essas criações ao mercado. Detentores de direitos de propriedade intelectual são protegidos por leis específicas contra o uso não autorizado de seus trabalhos, produtos, processos, marcas e serviços. 

No entanto, para o presidente do Centro de Estudos, deputado Inocêncio Oliveira (PR-PE), o Brasil ainda está muito aquém do seu potencial nesse setor. "O Brasil produz muito pouco e registra muito pouco as suas patentes”, lamenta. 

Inocêncio quer estimular o debate “para que a propriedade intelectual não seja apenas dos centros, das universidades”. 

Terras-raras e água
O Centro de Estudos e Debates Estratégicos, criado para substituir o Conselho de Altos Estudos e Avaliação Tecnológica, já tem outros trabalhos em andamento. Eles tratam de terras-raras e minerais estratégicos, e de recursos hídricos. 

O objetivo do centro é promover estudos sobre impacto, riscos e benefícios de planos, programas, projetos, políticas ou ações governamentais.

Durante a posse de Inocêncio Oliveira na presidência do colegiado nesta quarta-feira (10), o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, pediu ajuda do Centro de Estudos para a realização de uma comissão geral, no próximo mês, para debater a seca no Brasil. Um dia antes, o colegiado de 11 integrantes havia se reunido com o presidente da Embrapa, Maurício Antônio Lopes, que apontou o investimento em tecnologia como solução para o problema.

Reportagem - Marise Lugullo
Edição – Natalia Doederlein
Fonte: Agência Câmara Notícias

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