13/06/2013
Atualizada: 13/06/2013 00:00:00

A Associação dos Docentes da Universidade Estadual do Piauí (Adcesp -Seção Sindical) exigiu mais uma vez do governo estadual a nomeação dos 79 professores classificados no último concurso para docente efetivo da Uespi. A Lei Complementar 124/2009 obriga o Estado a efetivar todo o quadro docente da instituição até dia 1º de julho. A cobrança ocorreu na última sexta-feira (7), durante reunião entre representante da Reitoria da Uespi, do Governo do Estado, da Adcesp e classificados no último concurso para professor efetivo da instituição.
“Estamos em contagem regressiva até o dia 1º de julho, quando iremos fazer um ato público cobrando do Governo do Estado o cumprimento da Lei Complementar 124/2009, para efetivação de todo o quadro docente da Uespi”, informou a Adcesp - SSind. nota blog da entidade.
De acordo com a Seção Sindical, o secretário de administração do governo do Piauí, Paulo Ivan, informou que a efetivação dos nomeados ainda não ocorreu em virtude da contratação de 190 professores substitutos, no inicio do ano.
Segundo Ivan, a nomeação dos classificados é possível, mas vai depender do levantamento que será feito pela reitoria da Uespi, demonstrando quantos contratos de docentes substitutos encerrarão no dia 31 de julho.
Foi estabelecido que até esta sexta (14), a reitoria deverá entregar um relatório sobre quais contratos de substitutos devem acabar até o dia 31 de julho, para verificação do governo acerca dos impactos na contratação dos classificados. Para a Adcesp - SSind. o relatório é desnecessário, uma vez que o estado tem o dever de cumprir a Lei Complementar 124/2009. A entidade aponta ainda que, além de nomear todos os classificados, será necessário realizar novo concurso público para preenchimento das vagas efetivas, hoje ocupadas irregularmente por 580 professores substitutos.
“É preciso que continuemos cobrando nos meios de comunicação tradicionais e nas mídias sociais que o governo efetue as nomeações de imediato e realize novo concurso para as vagas que restarem. É necessário que o Ministério Público também se manifeste sobre o caso, cobrando as nomeações e novo concurso público”, afirma a nota da Adcesp.