AMÉRICAS
21/06/2013 - 18h39 | Redação | São Paulo
Para Departamento de Estado, manifestações pacíficas são comuns em países democráticos
Na primeira declaração oficial sobre o Brasil, o Departamento de Estado dos EUA diz que está “monitorando os eventos” no país e que “manifestações pacíficas são parte do que é democracia”.
Na coletiva de imprensa desta sexta-feira (21/06), o departamento declarou que essa é a sua posição quanto “ao Brasil e a outros países do mundo” que tenham “cidadãos expressando suas visões e mostrando a líderes do governo o que importa para eles”.
O chefe do gabinete de imprensa, Patrick Ventrell, também ressaltou que os EUA já alertaram os cidadãos norte-americanos que estejam viajando para o Brasil para evitar as áreas onde possam ocorrer protestos. “A proteção de cidadãos dos EUA é uma de nossas maiores prioridades”, assegurou.
Agência Efe

Manifestantes em frente a prédio do governo no Rio de Janeiro. Ontem, milhares de pessoas saíram às ruas no Brasil
Na coletiva de imprensa desta sexta-feira (21/06), o departamento declarou que essa é a sua posição quanto “ao Brasil e a outros países do mundo” que tenham “cidadãos expressando suas visões e mostrando a líderes do governo o que importa para eles”.
O chefe do gabinete de imprensa, Patrick Ventrell, também ressaltou que os EUA já alertaram os cidadãos norte-americanos que estejam viajando para o Brasil para evitar as áreas onde possam ocorrer protestos. “A proteção de cidadãos dos EUA é uma de nossas maiores prioridades”, assegurou.
Agência Efe

Manifestantes em frente a prédio do governo no Rio de Janeiro. Ontem, milhares de pessoas saíram às ruas no Brasil
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Ventrell acrescentou ainda que não acha que os Estados Unidos estejam em posição de julgar os méritos das reivindicações dos manifestantes brasileiros e voltou a dizer que protestos pacíficos são “parte fundamental” dos regimes democráticos.
Ele declarou não haver preocupações especiais que os protestos sejam incomuns, mesmo com o fato de o Brasil estar prestes a sediar a Copa do Mundo. “O Brasil é um parceiro com o qual colaboramos estreitamente, uma democracia forte na região”, concluiu.

