26/06/2013
Atualizada: 26/06/2013 00:00:00
A DOMA, sancionada em 1996 pelo então presidente democrata Bill Clinton, definia o casamento como a união entre um homem e uma mulher. Portanto, barrava benefícios fiscais em nível federal a homossexuais legalmente casados em nove estados que aceitam a união entre pessoas do mesmo sexo.
Durante os argumentos orais em defesa da inconstitucionalidade da lei, a juíza Ruth Bader Ginzburg disse que os apoiadores da lei pareciam querer “dois tipos de casamento”, comparando uniões entre pessoas do mesmo sexo como uma versão de união “leite desatado”, o que não seria possível.
O próprio Clinton havia admitido, em 2006, que a lei por ele sancionada já não condizia mais com a realidade e com o princípio de igualdade assegurado pela Constituição.